Amigos do Pagode 90

O trio revive sucessos que ficaram no coração do público e até hoje atraem multidões em shows por todo o país. Os artistas contam que seu repertório leva boa parte do público a relembrar histórias da juventude. Entre as canções apresentadas pelo trio estão “Inaraí”, “Eu me apaixonei pela pessoa errada”, “Telegrama”, “Falando segredo”, “Meu fraco é mulher”, “No compasso do criador”, “Recado a minha amada”, “Essa tal liberdade” e “Timidez”. Eles falam sobre a pressão de terem sido alçados ao status de celebridade nos anos 1990, muito jovens, o começo sem grandes pretensões ao estrelato, o sonho da carreira solo e todo o carinho do público nessa retomada da carreira. Também recordam um pouco de suas trajetórias nas rodas de samba da infância e a vida atual, em família, mais maduros e felizes com o sucesso do projeto “Amigos do Pagode 90”, um sonho de Salgadinho de reviver a época de ouro do pagode romântico, quando vendiam milhões de discos.

Famoso em todo o país por causa do Katinguelê, Salgadinho cresceu numa casa musical. Seus avós já tocavam instrumentos e, aos 10 anos, o menino ganhou um cavaquinho. Foi apaixonado por choro, mas, aos 12 anos, só queria saber do futebol. Por sorte o apelo do pagode falou mais alto. Conheceu o Katinguelê e, logo depois, já estava no grupo. O artista até tentou criar um conjunto de choro, mas foi no Katinguelê que alcançou sucesso e se tornou ídolo no país. Algumas de suas composições são grandes hits do grupo. Depois da saída, ele se dedicou a projetos pessoais. 

Nascido em Santo André, em São Paulo, Chrigor cresceu nas rodas de samba levado pelo pai, amante do gênero. No início dos anos 1990, entrou para o Exaltasamba e viveu a época de ouro do pagode com o grupo. Vocalista, pediu para sair após a morte do pai e chegou a declarar que estava em “depressão e não queria atrapalhar a trajetória dos amigos músicos”. Depois, deu a volta por cima e retomou a carreira solo. Ele mantém a amizade com os antigos integrantes da banda e chegou a confessar que sentiu ciúme de Thiaguinho, que o sucedeu nos vocais. Hoje, já se encontraram no palco e mantêm o clima de amizade.

Ex-vocalista e músico do Art Popular, Márcio Art tem uma das mais elogiadas vozes do pagode romântico. Deixou na história do grupo a exclamação “Canta comigo Art Popular!” e marcou com suas interpretações os sucessos do grupo, como “Valeu demais”.  Depois de se dedicar à carreira solo, em 2017, ele se reuniu com outros integrantes, como Leandro Lehart, para lançar “Breakdown Partido Alto”, uma retomada do Art Popular. 

Em 2014, Salgadinho, Márcio Art e Chrigor mostraram que o estilo que marcou os anos 1990 continuava vivo no coração do público ao formar a banda Amigos do Pagode 90. Desde então, lotam shows com fãs cantando em coro os sucessos da época. A união dos três ídolos deu certo e eles mantêm uma agenda cheia de apresentações por todo o Brasil. Eles falam do sucesso do passado com nostalgia, mas se mantêm ativos também em projetos solo. 

Estilos: Pagode

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